FC Porto continua focado na deslocação à Madeira, onde defronta o Nacional na 22.ª jornada da Liga. Apesar das limitações no plantel, Francesco Farioli mantém o discurso firme: o Dragão não pode perder velocidade numa fase decisiva da temporada.
Baixas obrigam a mexidas
No treino realizado no Olival, o técnico italiano voltou a lidar com várias ausências. Nehuén Pérez, Kiwior, Martim Fernandes, Luuk de Jong e Samu continuam entregues ao departamento médico, sendo que apenas Martim Fernandes alimenta esperança de recuperar a tempo da viagem à Choupana.
Ainda assim, Farioli não abranda o ritmo. Pelo contrário: intensificou o trabalho tático e ensaiou soluções alternativas, demonstrando que a profundidade do plantel será novamente posta à prova.
Juventude chamada a jogo
Com as limitações no grupo principal, o treinador voltou a apostar na “ouro da casa”. Gabriel Brás e Dinis Rodrigues repetiram presença, enquanto Yoan Pereira e André Miranda também integraram os trabalhos, aproveitando a oportunidade para mostrar serviço.
A mensagem é clara: quem estiver pronto, joga. E no FC Porto, a competitividade interna é uma das maiores armas da época.
Pressão no topo e foco total
Com o campeonato ao rubro e a luta pelo título ao detalhe, qualquer deslize pode custar caro. O FC Porto sabe que jogar na Madeira nunca é tarefa simples, mas a equipa quer manter a liderança e continuar a pressionar os rivais diretos.
Farioli tem insistido na concentração máxima e na eficácia — dois fatores que podem fazer a diferença num terreno tradicionalmente difícil. A estratégia poderá passar por maior solidez defensiva e transições rápidas, explorando a velocidade nos corredores.
Dragão quer dar resposta forte
Mesmo com baixas importantes, o ambiente no Olival é de confiança. O grupo está unido, determinado e consciente de que esta fase pode definir o rumo da temporada.
Na Madeira, o Dragão quer mostrar que não abranda — e que, independentemente das adversidades, continua firme na corrida ao título