O mercado de inverno fechou, e o FC Porto sai dele praticamente intocado no que toca a lacunas no plantel. Com quatro novos reforços, a SAD azul e branca conseguiu suprir todas as necessidades identificadas pelo treinador Francesco Farioli e pela direção, gastando dinheiro de forma muito contida.
Dos quatro reforços, apenas Oskar Pietuszewski, central polaco ex-Jagiellonia, implicou pagamento de verbas, num total de 10 milhões de euros já com bónus incluídos. Os outros três chegaram a custo zero ou por empréstimo: o experiente Thiago Silva, assegurado ainda antes da abertura oficial da janela, o médio Seko Fofana, proveniente do Rennes, e o ponta de lança Terem Moffi, com opção de compra futura de 8 milhões de euros.
Com estas aquisições, o FC Porto reforçou o setor defensivo, o meio-campo e o ataque, garantindo soluções de qualidade sem comprometer a saúde financeira do clube. O único desafio agora será gerir a lista de inscritos para a Liga Europa, já que nem todos os reforços poderão ser incluídos.
A estratégia da SAD parece clara: investimento mínimo, retorno máximo. Farioli poderá agora contar com alternativas competitivas para enfrentar os últimos meses de uma temporada que promete ser intensa, com o objetivo de manter a liderança no campeonato e lutar por títulos nas competições europeias.
O mercado fechou, o cofre foi quase fechado, mas o FC Porto reforçou-se de forma certeira e deixa mensagem clara: o Dragão está pronto para tudo.