O mercado de verão ainda vem longe, mas em Alvalade já se sente o cheiro a assédio milionário. Maxi Araújo tornou-se prioridade de um verdadeiro gigante europeu e a presença da Juventus no Dragão, no clássico frente ao FC Porto, não passou despercebida. Os italianos estiveram em Portugal com um alvo bem definido: o ala uruguaio do Sporting.
A explosão do internacional celeste nas competições europeias colocou-o definitivamente no radar dos tubarões. A Vecchia Signora segue o jogador há vários meses, mas não está sozinha na corrida. Manchester City, Chelsea e Tottenham também enviaram observadores para acompanhar de perto aquele que é, neste momento, um dos jogadores mais valorizados do plantel leonino.
Contratado ao Toluca em 2024/25, Maxi não demorou a conquistar Alvalade. Em duas temporadas soma 75 jogos e 9 golos, números impressionantes para um jogador que passou a assumir-se como lateral-esquerdo de vocação ofensiva, especialmente desde a chegada de Rui Borges. Evoluiu taticamente, ganhou consistência defensiva e tornou-se peça-chave na estrutura verde e branca.
A valorização disparou: de cerca de 12 milhões passou para 22 milhões de euros de avaliação de mercado. No entanto, em Alvalade a posição é clara — só sai pela cláusula. O Sporting fixou o preço nos 80 milhões de euros e não está disposto a negociar abaixo desse valor. O contrato até 2029 dá margem e força à SAD leonina para resistir à pressão.
Curiosamente, foi precisamente frente à Juventus que Maxi deixou marca na Liga dos Campeões, em Turim, com um golo no empate 1-1. Também já tinha brilhado frente ao Manchester City, num jogo memorável para os leões. Dois cartões de visita de luxo que apenas aumentaram o interesse europeu.
Com o Mundial no horizonte, a valorização pode subir ainda mais. Para já, em Alvalade, o foco é o tricampeonato. Mas uma coisa é certa: Maxi Araújo já não é apenas um talento promissor — é um ativo milionário que promete incendiar o próximo mercado.