Apesar de um sorteio que deixou muitos benfiquistas de “cabelo em pé”, Mário Branco mostrou confiança absoluta na caminhada europeia das águias. O dirigente sublinhou que, para um clube da dimensão do Benfica, chegar à fase a eliminar não é uma meta opcional, mas sim obrigatória.

Entre gigantes como Real Madrid, Chelsea, Juventus ou Nápoles, o diretor-geral destacou alguns pontos que podem ser decisivos:

Fator Luz: enfrentar o Qarabag em casa foi visto como uma enorme vantagem, evitando a longa e desgastante viagem ao Azerbaijão. “É um detalhe logístico que conta muito nesta fase”, garantiu.

Calendário estratégico: o sorteio ditou deslocações exigentes, mas todas dentro da Europa Ocidental, o que facilita a recuperação física da equipa.

História e prestígio: Branco lembrou que a Champions “é a casa natural do Benfica”, dando a entender que a pressão histórica pode servir de combustível para um grupo que mistura juventude e experiência.

Além disso, o Benfica terá a oportunidade de medir forças com clubes do topo europeu em noites mágicas na Luz, algo que pode galvanizar não só os jogadores, mas também os adeptos. “O primeiro objetivo é claro: passar aos oitavos. Depois, tudo pode acontecer”, rematou.

By Paulo

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