Rui Borges não quer facilitismos antes do duelo com o FC Porto e prepara um Sporting com ambição máxima frente ao GD Estoril Praia, esta sexta-feira, em Alvalade. A palavra de ordem é clara: ganhar agora, pensar depois no clássico.

Apesar da proximidade do embate da Taça de Portugal, o técnico leonino deverá lançar um onze praticamente na máxima força, com duas novidades no alinhamento inicial — mudanças estratégicas no meio-campo e no trio ofensivo, procurando frescura e intensidade num jogo que considera dos mais exigentes da temporada.

Defesa mantém-se, meio-campo mexe

Na linha defensiva não são esperadas alterações, com a estrutura habitual a manter-se intacta para garantir estabilidade. Já no miolo, a entrada de uma “cara nova” pretende dar outra dinâmica na circulação e pressão, numa fase em que a gestão física começa a ser determinante.

Na frente, o apoio a Luis Suárez pode apresentar uma nuance diferente, com maior mobilidade e agressividade na reação à perda.

Lesões obrigam a contas apertadas

Debast, apesar de recuperado, deverá ser preservado para o clássico. Ioannidis continua sob gestão física. De fora permanecem Kochorashvili e Geovany Quenda, agora acompanhados por Ricardo Mangas.

Sem margem de erro

O Sporting não esquece as dificuldades sentidas na primeira volta, quando venceu tangencialmente na Amoreira. Agora, em casa, e numa fase decisiva da época, Rui Borges exige concentração total.

A mensagem interna é inequívoca: nada de poupanças mentais, nada de distrações com o clássico. Primeiro o Estoril. Depois, sim, o Dragão.

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